Nossa história:
um sonho que
virou legado
O Parque das Aves nasceu do encontro entre pessoas profundamente apaixonadas pela natureza. E hoje, em Foz do Iguaçu, essa história se transforma diariamente em conservação, acolhimento e conexão verdadeira entre pessoas, animais e floresta.
Década de 1970
O encontro que iniciou tudo
Em 1976, a veterinária alemã Anna-Sophie Helene mudou-se para a Namíbia, na África, onde conheceu Dennis Croukamp.
Eles construíram uma família e descobriram uma paixão em comum: o amor pela natureza.
Eles construíram uma família e descobriram uma paixão em comum: o amor pela natureza.
Década de 1980
A paixão pelas aves
O carinho por um papagaio-do-congo chamado Pumuckl transformou a relação da família com as aves.
Logo, outras chegaram, e o quintal se tornou um pequeno refúgio vivo que revelava o caminho que ainda viria.
Logo, outras chegaram, e o quintal se tornou um pequeno refúgio vivo que revelava o caminho que ainda viria.
Década de 1990
A decisão de começar
Após viver na Ilha de Man, no Reino Unido, a família recebeu um convite inesperado para ir a Foz do Iguaçu.
Ali surgiu a ideia que mudaria tudo: criar um parque dedicado às aves, ao lado da maior floresta protegida da região.
Com coragem, poucas palavras em português e todas as economias investidas, começaram a construir, em 1993, o que se tornaria o Parque das Aves.
Ali surgiu a ideia que mudaria tudo: criar um parque dedicado às aves, ao lado da maior floresta protegida da região.
Com coragem, poucas palavras em português e todas as economias investidas, começaram a construir, em 1993, o que se tornaria o Parque das Aves.
1994
A inauguração de um sonho
Em 7 de outubro de 1994, apenas 11 meses após chegarem ao Brasil, Dennis e Anna inauguraram o Parque das Aves.
As primeiras aves vieram de doações, empréstimos e resgates, marcando desde o início o compromisso com o cuidado e a proteção da vida silvestre.
As primeiras aves vieram de doações, empréstimos e resgates, marcando desde o início o compromisso com o cuidado e a proteção da vida silvestre.
1996
Um adeus que virou legado
Pouco tempo depois da inauguração, Dennis adoeceu e faleceu aos 70 anos.
Seu lugar favorito no Parque, o Viveiro Aves de Rios e Manguezais, tornou-se memorial de uma vida dedicada às aves e à natureza.
O sonho, porém, continuou.
O sonho, porém, continuou.
Década de 2000
Crescimento com propósito
Anna seguiu à frente do Parque ao lado de uma equipe comprometida, transformando o espaço em referência de cuidado animal, educação e encantamento para milhares de visitantes.
Cada nova etapa reforçava a missão de proteger espécies e aproximar pessoas da natureza.
Cada nova etapa reforçava a missão de proteger espécies e aproximar pessoas da natureza.
Década de 2010
Conservação como foco
Com a direção da filha do casal, a Dra. Carmel Croukamp, o Parque fortaleceu sua atuação científica e passou a concentrar esforços na conservação de espécies da Mata Atlântica, especialmente as ameaçadas de extinção.
Esse movimento redefiniu o posicionamento institucional e levou à renovação da marca, alinhando identidade e propósito.
Esse movimento redefiniu o posicionamento institucional e levou à renovação da marca, alinhando identidade e propósito.
2024
30 anos de história
Três décadas após a inauguração, o Parque das Aves celebra uma trajetória dedicada à conservação, ao cuidado com os animais e à conexão das pessoas com a Mata Atlântica.
Hoje, é o atrativo mais visitado do Paraná depois das Cataratas do Iguaçu e uma referência em conservação de espécies.
Hoje, é o atrativo mais visitado do Paraná depois das Cataratas do Iguaçu e uma referência em conservação de espécies.
Dias atuais
Um trabalho que nunca para
O Parque das Aves continua crescendo, evoluindo e criando novas formas de cuidar dos animais, acolher visitantes e contribuir para a proteção da floresta.
Guiado pelo sonho iniciado por Dennis e Anna, o trabalho segue vivo nas mãos de uma equipe brasileira dedicada a construir um futuro melhor para a natureza.
Como lembra Anna Croukamp:
“Mas ainda há tanto por fazer.”
Guiado pelo sonho iniciado por Dennis e Anna, o trabalho segue vivo nas mãos de uma equipe brasileira dedicada a construir um futuro melhor para a natureza.
Como lembra Anna Croukamp:
“Mas ainda há tanto por fazer.”
Sua participação faz parte dessa história
Cada visita ajuda a resgatar aves vítimas do tráfico, manter ambientes seguros para aquelas que não podem voltar à natureza, apoiar pesquisas, programas de reprodução e ações de educação para conservação.
Esse trabalho só é possível graças às pessoas que visitam o Parque, participam das experiências, passam pela Loja e pelo Complexo Gastronômico.
Ao estar aqui, você também se torna parte dessa história.
Muito obrigada por contribuir com a conservação da Mata Atlântica e suas espécies!