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CECROPIA

Cecropia foi o nome escolhido para os dois novos viveiros de imersão do Parque das Aves, que estão sendo construídos um do lado do outro na metade da trilha. Eles serão o dois maiores viveiros da América do Sul, medindo meio hectare no total. Eles abrigarão periquitos e tucanos, a maioria resgatada de tráfico e comércio ilegal.

CECROPIA

Cecropia foi o nome escolhido para os dois novos viveiros de imersão do Parque das Aves, que estão sendo construídos um do lado do outro na metade da trilha. Eles serão o dois maiores viveiros da América do Sul, medindo meio hectare no total. Eles abrigarão periquitos e tucanos, a maioria resgatada de tráfico e comércio ilegal.

Imagens das fases de planejamento e desenvolvimento estrutural dos viveiros Cecropia.
(Vídeo: Carmel Croukamp)

A escolha do nome do viveiro

Todos os viveiros de imersão do Parque das Aves são inspirados em aves ou ambientes da Mata Atlântica: o Pequenos Marrons tem aves que habitam principalmente o chão de florestas da Mata Atlântica; o Aves de Rios e Mangues está repleto de aves aquáticas ou de borda de florestas; e o Viveiro das Araras contém quase 100 araras, além de papagaios e periquitos. Já o Borboletário está repleto desses insetos encantadores.

Nesse sentido, o nome dos dois novos viveiros de imersão que o Parque das Aves vai inaugurar em dezembro de 2019 pode parecer um pouco desafiador: Cecropia. Mas o que é uma Cecropia?

A pioneira embaúba precisa de muito sol para se desenvolver.
(Foto: Peter Marting)

A relação de simbiose entre a embaúba e a formiga Azteca é benéfica para ambas as espécies.
(Vídeo: Peter Marting)

Cecropia é o nome científico de uma árvore muito especial para a Mata Atlântica: a embaúba (Cecropia Sp.). Ela é uma árvore pioneira, ou seja, a primeira a nascer em áreas degradadas, resistente ao sol forte e capaz de se desenvolver mesmo em áreas de solo pobre em nutrientes. Como pioneira, tem um papel fundamental para a regeneração das florestas, pois possibilita que outras plantas e árvores cresçam à sua sombra, além de alimentar com seus frutos aves e mamíferos, que dispersam suas sementes. Além disso, vive em simbiose com uma espécie de formiga, do gênero Azteca, criando, juntas, um ecossistema perfeito.

Nos novos viveiros, você poderá conferir de perto a interação de diversas espécies de periquitos de Mata Atlântica com a embaúba, além de poder alimentá-los à mão. Você também vai aprender mais e ver com seus próprios olhos como as formigas Azteca vivem dentro dessa incrível árvore e a defendem contra predadores. Além disso, o viveiro ainda contará com uma colônia de formigas-cortadeiras, que utilizam as folhas da embaúba para alimentar seus fungos.

O destaque dos viveiros Cecropia vai para os tucanos, considerados jardineiros das florestas por dispersarem sementes e trabalharem no reflorestamento de áreas degradadas, assim como as embaúbas. Você vai ficar pertinho dessas incríveis aves e aprender mais sobre elas.

Cuidado com cada detalhe

Como todos os recintos do Parque das Aves, o Cecropia está sendo construído de forma integrada, sem acesso à rua e de maneira artesanal para preservar a mata, criando uma experiência ecologicamente profunda para aves e visitantes. O intuito é restaurar e não degradar. Tudo com tecnologia, planejamento e execução desenvolvida pela equipe do Parque das Aves, composta por profissionais altamente capacitados e engajados em salvar espécies da Mata Atlântica.

 

Av. das Cataratas, 12450
Foz do Iguaçu - PR
ao lado do Parque Nacional

 

Fone +55 45 3529-8282

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Desenvolvido por  

 

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